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Conheça alforje canadense desenvolvido para transportar roupas sem amassar

Publicado em: 22 fev 2012 por Enzo Bertolini

País que incentiva as pessoas a usarem a bicicleta como meio de transporte, o Canadá também tem ótimas criações de utilidades para facilitar a vida do ciclista. Na cidade de Calgary nasceu o Two wheel gear, alforje desenvolvido para carregar roupas formais sem amassá-las.

O formato da bolsa permite que ternos sejam carregados sem a necessidade de dobrá-los. Além disso, o equipamento vem com diversos bolsos e compartimentos que permitem que sejam carregados outros itens de vestimenta ou objetos diversos.

O material utilizado na manufatura da bolsa é resistente a água (mas não a prova d’água). Além disso, o two wheel gear pode ser carregado como uma pasta ou uma bolsa de academia.

De acordo com o fabricante, o alforje é compatível com a maioria dos suportes traseiros e é fácil de ser preso e retirado.


No site da empresa, é possível encontrar informações sobre valores, ver mais fotos do produto e tirar dúvidas sobre a praticidade da bolsa.

Fonte e imagens: Two wheel gear

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Holanda conta com bicicleta ônibus para crianças irem à escola

Publicado em: 19 fev 2012 por Enzo Bertolini

País que melhor interage com a bicicleta, a Holanda dá mais um passo para inserir a bike em todos os momentos da vida de todas as pessoas, não importando a idade.

A partir de agora, os alunos das escolas holandesas de 4 à 12 anos poderão pedalar até à escola com a Bicycle School Bus. Criada por Thomas Tolkamp, diretor executivo da Tolkamp Metaalspecials, a bicicleta coletiva é capaz de transportar 10 crianças e um adulto – enquanto oito crianças e o adulto pedalam, outras duas descansam.

As bicicletas podem vir com opcionais, tais como um toldo para dias chuvosos, um motor elétrico para ajudar nas subidas e um sistema de som. As bicicletas possuem também sinalização para mudanças e curvas, uma rede de proteção na base da bike bus e marcha a ré.

Cada bicicleta sai por US$ 15 mil e 25 exemplares já foram vendidos na Holanda, Alemanha e Bélgica.

Para conhecer um pouco mais sobre a Bicycle School Bus, visite o site da empresa: www.tolkampmetaalspecials.nl

Imagens: reprodução Tolkamp Metaalspecials

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Pedalar é preciso e não importa o terreno: conheça o railbiking

Publicado em: 16 fev 2012 por Enzo Bertolini

Quem anda de bicicleta sabe de todas as facilidades e prazeres de se pedalar. Além disso, a bicicleta é adaptável a todos os tipos de terreno, asfalto, terra, lama, gelo e trilhos. Opa, trilhos? Parafraseando o presidente americano Barack Obama, Yes, we can (Sim, nós podemos). Como? Usando a criatividade e algumas ferramentas, é possível que uma bicicleta seja pedalada pelos trilhos usados por trens.

O railbiking (algo como pedalar no trilhos, em tradução livre) é mais antigo do que se imagina. Registros de patentes nos Estados Unidos mostram que a primeira criação de uma railbike foi em 1869. Entre 1880 e 1920, dezenas de modelos de railbikes foram inventadas/adaptadas ao redor do mundo.

As railbikes foram muito usadas por companhias ferroviárias para o deslocamento de funcionários com mais agilidade para áreas de trabalho, especialmente quando havia problemas mecânicos com as locomotivas. No meio-oeste americano, há histórias de trabalhadores que instalaram velas (como as de barcos) para aproveitar o vento e dar mais impulso às railbikes.

Hoje em dia, embora não seja muito popular ou comum, ainda há pessoas interessadas em desenvolver e usar railbikes como lazer, exercício e até viagens por trilhos abandonados. Na Costa Rica, há até uma empresa especializada em turismo com railbikes.

Há muitos modelos criados ao redor do mundo. Modelos onde os ciclistas se acomodam em assentos similares a um banco de carro e pedalam sentados (similar ao tradicional pedalinho), modelos sem as rodas da frente, conectados às extremidades dos trilhos com braços de metal, dando estabilidade ao ciclista, outros ainda com bikes dos dois lados, em uma espécie de versão tandem lateral, com bicicletas lado a lado.

Aqui no Brasil, o catarinense Beneval Souza, de Imbituba (SC), também conhecido como Bugio da Zimba, criou sua própria railbike. E ele não fez igual aos modelos no exterior, que utilizam somente a roda traseira. Ele manteve as duas rodas, o que permite que a bicicleta, após ser solta de sua adaptação, seja utilizada em outros tipos de terreno.

Veja abaixo a entrevista que Bike, Pedal e Cia fez com ele.

Beneval Souza e sua railbike

Bike Pedal e Cia – O que te inspirou a construir uma railbike?
Beneval Souza - A história é um pouco longa, mas vou tentar resumir. Tudo começou com a ideia de um amigo de percorrer, em uma bicicleta adaptada para ferrovia, a Ferrovia do Contestado, que atravessa Santa Catarina desde a cidade de Porto União a Piratuba, num percurso de mais ou menos 300km.

BPC – Quanto custou e como você fez?
BS – O custo do primeiro modelo saiu em torno de R$ 1.300, enquanto o segundo custou por volta de R$ 700, tendo em vista que muitas peças que foram testadas e desaprovadas, não foram mais necessárias.

BPC – A railbike pode ser usada em qualquer ferrovia brasileira?
BS – Foram muitos testes, e quando já tinha concluído recebi um livro em inglês, que tratava do assunto. O curioso é que o autor do livro e de suas railbikes passou por problemas semelhantes ao que eu passei. Fiz algumas adaptações para atender as necessidades próprias das nossas ferrovias.

BPC – Onde foram realizados os testes?
BS – Os testes ocorreram sempre na Ferrovia Tereza Cristina, aos domingos, quando não existe movimento, a não ser em determinados períodos quando passeios de maria-fumaça são realizados e amplamente divulgados.

BPC – A sua railbike tem os dois pneus, enquanto alguns modelos que vi pela internet no exterior tem somente o de trás. Por que a diferença?
BS – A vantagem do nosso modelo, é que se trata de uma bicicleta rodoferroviária, o que facilita pequenos deslocamentos fora da ferrovia.

BPC – Você começou a construir sua railbike para fazer a viagem pela Ferrovia do Contestado no meio-oeste catarinense (de Porto União a Piratuba). Como está o planejamento da viagem? E quem irá realizá-la com você?
BS – A Ferrovia do Contestado está praticamente desativada, a não ser aos finais de semanas em Piratuba e raramente em outros pequenos trechos.

A ideia inicial era de realizar o projeto com dois ciclistas e mais uma carro de apoio, no caso o pai de meu parceiro. Em função de condições financeiras, meu parceiro ficou impossibilitado de realizar tal intento. Tenho tratado do assunto, com minha nora e meu filho, na tentativa de realizar o trajeto, mas como o percurso seria, em tese, realizado em oito dias, terá que haver um disponibilidade por parte dos dois, que são funcionários públicos.

BPC – Como será carregada a bagagem? Você terá equipe de apoio?
BS – Parte das bagagens vão como lastro na própria railbike e parte com a equipe de apoio.

Gostou? Você pode acompanhar o blog do Bugio da Zimba, onde ele posta relatos de suas viagens e acompanhar seu canal no Youtube, que possui alguns vídeos sobre as experiências e testes com sua railbike.

Foto: Cedida por Benevaldo Souza/Arquivo pessoal
Imagens: Reprodução

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Seu nome em uma bike

Publicado em: 14 fev 2012 por Enzo Bertolini

Quando eu era criança, me lembro de um presente que minha madrinha me deu: uma bicicleta em miniatura feita de arame com o meu nome em arame também. Gostei tanto do presente, que ele tinha destaque entre os meus brinquedos (embora fosse apenas um enfeite).

Eis que hoje descubro que o designer suíço Juri Zaech deu um grande passo para tornar o meu brinquedo uma realidade em tamanho real. O projeto foi batizado de Write a Bike e transforma em realidade uma nova proposta de tipologia com um design diferente.

Embora ainda não tenham se tornado realidade, no site do artista é possível visualizar suas criações e sonhar com uma bike personalizada com o seu nome. Tem até uma versão Tandem, com dois nomes.

Imagens: reprodução Juri Zaech no Behance

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Bike beats – Música de bicicleta

Publicado em: 13 fev 2012 por Enzo Bertolini

Quando se junta paixão e criatividade, o resultado é sempre muito bom. O compositor e designer de som brasileiro Roger Lima criou música apenas com os sons produzidos pela sua bicicleta.

Radicado na Carolina do Norte e proprietário do WhiteNoise Lab, Lima utilizou apenas microfones de alta sensibilidade e alguns objetos que em contato com a bicicleta produziam certos sons.

Difícil de imaginar como ficou? Assista aqui e se surpreenda.

Gostou? Você pode fazer download do MP3 aqui.

Imagem: Reprodução WhiteNoise Lab vídeo

 

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Canadense cria bolsa para transporte seguro e prático de roupas sociais

Publicado em: 9 fev 2012 por Enzo Bertolini

Em setembro de 2008 o canadense Chris Thom comprou uma nova bicicleta e queria utilizá-la como meio de transporte para ir e voltar do trabalho. Como assessor de investimentos ele utiliza terno todos os dias e precisava de uma maneira segura e adequada de transportá-los.

Ao questionar o vendedor da loja onde comprou a bike se havia alguma bolsa que ele pudesse utilizar, recebeu como resposta uma expressão irônica. Depois disso ele fez uma busca online e não achou nada que lhe agradasse. Utilizou então a criatividade e um kit de costura para fazer sua própria bolsa.

Assim nasceu a SuitSak, uma bolsa desenvolvida especialmente para o transporte de ternos, que vem acompanhada de compartimentos para sapatos, notebook, nécessaire, toalha, entre outros itens necessários para o dia no escritório.

Veja neste vídeo como funciona e tire suas próprias conclusões se esta é ou não é uma boa inovação.

A empresa vende a bolsa nas cores preta, azul e verde com preços que vão de US$ 105 a US$ 120 para compras fora da América do Norte. Dentro dos continente o preço vai de US$ 74 a US$ 100.

Fotos: SuitSak

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Multa moral

Publicado em: 8 fev 2012 por Enzo Bertolini

Sabe aquela irritação que surge quando você vê um carro em cima da calçada impedindo a passagem dos pedestres? Ou a pessoa que “varre” a sujeira do quintal e calçada com água? Ou ainda as centenas de bitucas de cigarro na frente de alguns estabelecimentos? Ou as finas “educativas” de motoristas de ônibus em cima de ciclistas? Ou…. enfim, a lista podia ir longe.

Incomodada com essas e muitas outras situações, a ONG Árvore da Vila tomou uma atitude e criou um talão de “multa moral”. Com esse talão, as pessoas se tornam fiscais de sua cidade e cooperam para uma cidade mais habitável.

Com os dizeres “Muito bonito, hein? Você está se aproveitando da ineficiência da fiscalização para arrepiar o direito de outros cidadãos”, o talão tem diversas opções de infrações e caso a infração não esteja descrita ali, é só preencher na opção Outros.

O infrator é convidado a fazer uma doação de R$ 50 a uma instituição de caridade e prometer não fazer mais travessuras no bairro.

Os interessados podem fazer download em PDF do talão no site da ONG ou clicar aqui.

Ótima iniciativa que poderia ser replicada pelas comunidades ciclísticas, que tal?

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Procura-se estátuas e homenagens à bicicleta no Brasil

Publicado em: 6 fev 2012 por Enzo Bertolini

No segundo semestre do ano passado, o designer, jornalista, blogueiro e ciclista dinamarquês Mikael Colville-Andersen, famoso propagador do movimento Copenhagenize, postou em seu blog um texto que trazia monumentos em homenagem a bicicleta e/ou ciclistas no mundo todo.

Monumento Aseaströmmen, em Västerås, Sweden.

Fiquei curioso para saber se tínhamos algum representante do Brasil na lista. Infelizmente não havia nenhum. Então comecei uma busca pelo Google para tentar encontrar algum monumento, mesmo que pequeno e desconhecido. Mais uma vez nada.

Encontrei, entretanto, referências sobre as Ghosts Bikes espalhadas por alguns pontos de São Paulo em memória de ciclistas que perderam a vida pela estupidez de motoristas que não suportam dividir o espaço das ruas com outros meios de transporte.

Outras imagens que encontrei foram as intervenções urbanas em duas estátuas nas duas extremidades da avenida Paulista. Em 2008, na Praça do Ciclista, a estátua de Francisco de Miranda, um dos líderes da independência da Venezuela, recebeu uma bicicleta de bronze colocada sob a estátua. A segunda intervenção foi feita no índio que se encontra na Praça Oswaldo Cruz, na outra ponta da Paulista. Escondido e quase camuflado, o índio foi presenteado com uma roda no lugar da lança que lhe foi roubada, graças ao artista Marcelo Del Campo. Relato no site Vá de Bike, do ciclista Willian Cruz, traz mais detalhes sobre a história.

A pergunta que quero fazer aqui é: Você conhece algum monumento em homenagem à bicicleta ou aos ciclistas no Brasil? Se você teve esse privilégio, nos mande uma foto e conte um pouco sobre a história da homenagem. Vamos criar um arquivo virtual brasileiro.

Foto: Per Erik Strandberg sob a licença Creative Commons

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